TAXA SELIC MAIS BAIXA DA HISTÓRIA, MAS JUROS COBRADOS CONTINUAM EXTORCIVOS

TAXA SELIC MAIS BAIXA DA HISTÓRIA, MAS JUROS COBRADOS CONTINUAM EXTORCIVOS Agora no mês de março/2018, a taxa SELIC, que serve de referência para a economia brasileira, teve a maior queda da história, chegando ao patamar de 6,4% ao ano. Com isso, cria-se a expectativa: será que isso trará algum impacto positivo na vida das pessoas? Como se sabe, a SELIC influencia diretamente no rendimento da poupança, que hoje é de aproximadamente de 4,5% ao ano, mais a TR (Taxa Referencial), assim como afeta diretamente no crédito. Além disso, economistas e até mesmo o Banco Central estão surpreendidos com a baixa da inflação, o que também seria histórico em se tratando de Brasil, causando a impressão de que somos um “país normal”. E QUE VANTAGEM LEVA O CONSUMIDOR?    O alto índice de desemprego no país, por conta da recessão econômica, tem desencorajado o reajuste das taxas, já que existe o receio de que o aumento dos preços possa impactar diretamente em produtos essenciais, como os alimentos. Assim, o governo faz o controle da inflação, para que os produtos não tenham altas de preço. BOM PARA NÓS OU BOM PARA OS BANCOS?   A verdade é que tudo não passa de uma parede que blinda o corporativismo bancário no Brasil, ou melhor dizendo o “Cartel do Sistema bancário”, que continua cobrando juros abusivos. Mesmo com a SELIC mais baixa da história, nada mudou para o brasileiro em termos de juros. Para o comércio, a taxa permanece nos 88% ao ano. No cartão de crédito, a [...]

COMO FUNCIONA O BLOQUEIO JUDICIAL DE CONTA BANCÁRIA?

COMO FUNCIONA O BLOQUEIO JUDICIAL DE CONTA BANCÁRIA? Apesar de os consumidores sempre estarem em uma condição de vulnerabilidade, com menos conhecimento técnico de operações de crédito e da legislação vigente, o banco possui uma série de responsabilidades perante o seu cliente, seja ele correntista ou titular de uma conta-poupança. Isso porque a relação entre as partes é pautada pela confiança, pois o cliente confia ao banco a guarda do seu patrimônio e do seu dinheiro. É exatamente por essa razão que a regra é: o banco não pode efetuar bloqueios, transações ou movimentações, sem a autorização expressa do cliente. EXCEÇÃO À REGRA Existem duas exceções em relação aos bloqueios de conta. A primeira e óbvia, é a própria autorização do cliente. Por exemplo, nos empréstimos consignados, onde o valor da parcela é descontado diretamente na folha de pagamento (desde que respeitado o limite de 30%). A segunda exceção são os bloqueios judiciais, ou seja, aqueles que são efetuados mediante uma ordem judicial. E AS MENSAGENS DE TEXTO QUE RECEBO NO MEU CELULAR? Uma das práticas mais comuns dos escritórios de cobrança são as famosas mensagens de SMS com os dizeres: “Evite bloqueio judicial! Negocie seus débitos”. Pois bem, essa é mais uma tentativa aterrorizante de coagir o cliente a aceitar as negociações absurdas que o banco propõe. Por desconhecimento sobre o procedimento, as pessoas acham que isso pode acontecer em qualquer instante. Conforme esclarecido acima, apenas um processo judicial, no qual após uma citação, após a opção de regularização do débito e após a oportunidade de [...]

JUSTIÇA DE SÃO PAULO DETERMINA EXCLUSÃO DE JUROS ABUSIVOS

JUSTIÇA DE SÃO PAULO DETERMINA EXCLUSÃO DE JUROS ABUSIVOS TJSP condena prática Extorsiva dos bancos Por: Marcelo Segredo – CEO Que os bancos agem de forma imoral, já não é novidade para ninguém. Na prática, as instituições financeiras se articulam tendenciosamente com um único objetivo: obtenção de lucro. Todas essas manobras são respaldadas no nosso país pelos nossos governantes, que privilegiam o sistema bancário, com leis e até mesmo autorizações judiciais. Só que a Constituição Federal é muito clara ao dizer que o Poder emana do povo e é do povo que deve emergir as manifestações contra as situações impostas pelo Estado. Oras, se o Brasil tem hoje 61,7 milhões de pessoas com o nome sujo, ou seja, mais de 40% dos brasileiros, significa que há algo caminhando contra as necessidades do povo, ou estou errado? Se no país aumenta assustadoramente o nível de empresas fechando, desemprego, e somente o setor bancário continua auferindo recorde de lucros, significa que existe total desequilíbrio no mercado, contrariando o artigo 192 da Constituição Federal, ou será que também estou engando por pensar assim? QUAL É A SAÍDA PARA OS BRASILEIROS ENDIVIDADOS? – Saia da Zona de Conforto. Primeiramente, as pessoas não podem ficar quietas e aceitar de forma submissa as condições impostas pelos bancos. Saber o que fazer e quando renegociar a dívida é crucial e as tomadas de decisão devem sempre ser pautadas pela razão e nunca pelo impulso. Uma das alternativas interessantes pode ser recorrer-se do Poder Judiciário reclamando seus direitos. É perante a Justiça que várias [...]

TAXA SELIC MAIS BAIXA DA HISTÓRIA, MAS JUROS COBRADOS CONTINUAM EXTORSIVOS

Agora no mês de março/2018, a taxa SELIC, que serve de referência para a economia brasileira, teve a maior queda da história, chegando ao patamar de 6,4% ao ano. Com isso, cria-se a expectativa: será que isso trará algum impacto positivo na vida das pessoas? Como se sabe, a SELIC influencia diretamente no rendimento da poupança, que hoje é de aproximadamente de 4,5% ao ano, mais a TR (Taxa Referencial), assim como afeta diretamente no crédito. Além disso, economistas e até mesmo o Banco Central estão surpreendidos com a baixa da inflação, o que também seria histórico em se tratando de Brasil, causando a impressão de que somos um “país normal”. E QUE VANTAGEM LEVA O CONSUMIDOR?    O alto índice de desemprego no país, por conta da recessão econômica, tem desencorajado o reajuste das taxas, já que existe o receio de que o aumento dos preços possa impactar diretamente em produtos essenciais, como os alimentos. Assim, o governo faz o controle da inflação, para que os produtos não tenham altas de preço. BOM PARA NÓS OU BOM PARA OS BANCOS?   A verdade é que tudo não passa de uma parede que blinda o corporativismo bancário no Brasil, ou melhor dizendo o “Cartel do Sistema bancário”, que continua cobrando juros abusivos. Mesmo com a SELIC mais baixa da história, nada mudou para o brasileiro em termos de juros. Para o comércio, a taxa permanece nos 88% ao ano. No cartão de crédito, a taxa que era de 318% hoje é de 317%, ou [...]

OS DESAFIOS DOS MICRO E PEQUENOS EMPREENDEDORES NO BRASIL

Sabemos que a crise política e financeira do país afeta diretamente e principalmente as camadas mais populares. O modelo adotado pelos nossos governantes é o do “Robin Hood às avessas”, ou seja, tira dos pobres para dar privilégio aos ricos. Assim, o país cresce às custas de um povo judiado e sempre prejudicado. A bola da vez agora são os microempreendedores e as empresas de pequeno porte. De acordo com o SEBRAE, essa categoria representa hoje 27% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil e estima-se que existam hoje 9 milhões de empresas deste porte em atividade no país. Considerando que cada empresa dessa emprega em média duas pessoas temos aí 18 milhões de vagas de empregos em risco, já que mais da metade desses microempreendedores estão endividados. Em 2018, a inadimplência cresceu 10% em relação ao mesmo período em 2017 no primeiro trimestre. QUAL É A CAUSA DAS DÍVIDAS? O primeiro fator, óbvio, é a crise financeira, que implodiu em 2015 e 2016. Nesse período, grande parte das indústrias não cresceram e não aumentaram o faturamento. Outro ponto importante é que o aumento do desemprego fez com que um número significativo de pessoas abrisse o seu próprio negócio (ainda de acordo com o SEBRAE, 60% das pessoas desempregadas se aventuraram em um novo empreendimento). Portanto, ingressar em um mercado em crise é sempre um risco. Por fim, a falta de recursos disponíveis no mercado não atende ao capital de giro que a empresa precisa ter para se sustentar. É nesse momento que as [...]

BANCOS CORTAM CRÉDITO DE EMPRESAS DE PEQUENO PORTE

BANCOS CORTAM CRÉDITO DE EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Empresas Familiares são as que mais sofrem As empresas de pequeno porte são marca registrada do Brasil. De acordo com a FECOMERCIO/SP, elas representam cerca de 96,3% das empresas do país. Além disso, são responsáveis por mais da metade dos empregos na indústria, o que a torna uma peça chave para o desenvolvimento econômico e social do país. Acontece que estas empresas têm sido as mais afetadas pela crise, conforme levantamento elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com indicadores piores do que as de grande porte desde o início de 2015, quando se alastrou a crise financeira em âmbito nacional. O que justifica o péssimo momento para as empresas é o corte do crédito bancário. Sem dinheiro para girar a empresa, fica difícil levar as contas a diante e arcar com todas as responsabilidades (trabalhistas, tributárias e juros) e, ao mesmo tempo, se adequar à queda da demanda. Assim, muitas empresas, especialmente aquelas que são familiares, buscam extrair o máximo de crédito que puderem, arriscando até mesmo o patrimônio pessoal, oferecendo ao banco como garantia casas, apartamentos e carros, incluindo o próprio nome como avalista da dívida. Pois bem, antes de tomar atitudes desmedidas, é importante consultar profissionais com experiência na seara bancária e financeira, para lhe informar os riscos e as consequências de um contrato assinado de forma coagida com o banco. É bem verdade que a coação e a pressão psicológica praticada pelos bancos deveriam ser consideradas crimes. Na verdade, para quaisquer outras [...]

COMO UMA EMPRESA FAMILIAR DEVE OLHAR PARA A CRISE

COMO UMA EMPRESA FAMILIAR DEVE OLHAR PARA A CRISE Ter empresas familiares, onde a administração é feita de forma conjunta, não é nada fácil. Isso porque naturalmente existem os atritos pessoais e as diferenças acabam vindo à tona, tornando o gerenciamento do negócio muito mais complexo e difícil. Além disso, uma empresa que carrega o “nome da família” acaba deixando as coisas mais tensas, porque diz respeito à honra e ao respeito à história das pessoas. Nesse sentido, uma dívida bancária não paga, sendo que o gerente do banco é amigo, um tributo não recolhido, trazendo a possibilidade de perda de um imóvel que está na família há anos, ou a queda da qualidade da prestação do serviço, que destrói a imagem da empresa, são fatores que contribuem para inúmeras noites sem dormir. Para se ter uma ideia, de acordo com pesquisa realizada pelo ENEF, em 2016, 40% do PIB é gerado por empresas familiares. Porém, o drama vivenciado por grande parte dos empreendedores brasileiros precisa ser devidamente encarado para superar as adversidades. O primeiro passo para quem busca superação em um momento de recessão econômica, é o enfrentamento das dívidas com fornecedores e bancos(essas com juros abusivos), tratando-as como um fenômeno natural no Brasil atualmente. Hoje em dia, toda empresa convive, infelizmente, com essa dura realidade. E principalmente saber que, no mercado e no país em que vivemos, ninguém vai ter pena de alguém quando o assunto é dinheiro. Quando nos referimos ao gerente do banco que é amigo da família, lembra? Pois [...]