Brasil já tem 3,5 Milhões de empresas inadimplentes

Empresas menores caem nas mãos de agiotas

O país está atingindo níveis críticos e preocupantes de inadimplência. O título acima tornou-se notícia nos principais jornais do país nessa semana.

A quem diga que o país só não está em situação pior graças as ações promovidas nas últimas décadas pelo sistema bancário e por sua solidez. Realmente, os bancos tem seu papel importante na economia, porém o lado extorsivo e especulatório predominam.

Outro fator importante que vem acharcando as empresas à décadas são os impostos dia desses comprei 5 litros de um solvente, paguei R$ 53,00. Nele estavam embutidos absurdos R$ 21,00, ou seja; mais de 45% de impostos. Não há consumidor e empresário que resista por muito tempo com tanta especulação. O custo da máquina pública é elevadíssimo, também pudera, os salários são elevadíssimos. Um ministro do STF ganha mais de 30 mil, fora as cotas administrativas e demais mimos a que eles têm direito. Aliás esse é um ponto polêmico mais que merece destaque, pois o nível salário do funcionalismo público no Brasil é muito alto, se comparado com o salário médio do brasileiro. Tudo anormal.

3,5 milhões de empresas inadimplentes – Segundo matéria publicada na Folha de São Paulo(15/09/14), mais de 3,5 milhões de empresas estavam em julho com algum tipo de dívida em atraso no país, resultado da queda das vendas e do aumento de custos com fornecedores, funcionários e bancos. É o maior volume de inadimplentes já registrado no setor produtivo segundo a Serasa, dona do maior banco de dados de crédito do país.

São empresas que, pelos mais diversos motivos, estão com débito em atraso no banco, deram cheque sem fundo, tiveram títulos protestados, enfrentam ações judiciais porque não pagaram fornecedores ou funcionários, tiveram (ou terão) a luz e o telefone cortados ou entraram em recuperação judicial —processo em que pede prazo para negociar com credores. Os números da Serasa não incluem os débitos na Receita Federal, no INSS e nos Fiscos estaduais e municipais, com exceção daqueles em fase de execução ou inscritos na dívida ativa.

Empresas de pequeno porte estão nas mãos de agiotas – desse montante de inadimplentes, 91% são empresas de pequeno e médio porte — com faturamento de até R$ 50 milhões por ano, tidas como as mais vulneráveis às flutuações das vendas e do crescimento da economia. São ainda as empresas que mais empregam no país — respondem por 52% dos empregos formais, segundo o Sebrae.

Os setores mais afetados são comércio (47%), serviços (42,6%) e indústria (9,1%). Esses números não me surpreendem, pois o perfil dos clientes que me procuram vem mudando a mais de três anos. Antes as empresas me procuram para ter assessoria jurídica em outras áreas, porém nos últimos anos a procura tem sido cada vez maior pelo fator do endividamento bancário principalmente, e o comercio é sem dúvida o setor mais afetado, e mesmo preparado para sobreviver a esse caos econômico.

Empresa sobrevivendo de limites – a maioria das empresas vem sobrevivendo de limites de cheque especial e de capital de giro à vários anos, ou seja; estão operando no vermelho, e a esperança de que no próximo mês as coisas irão melhorar é o que motiva o empresário a protelar o problema por mais um tempo. É nesse momento em que a empresa vai acumulando dívidas e mais dívidas, buscando manter o nome limpo, mas chega o momento em que o banco simplesmente corta todos os limites e bloqueia o faturamento da empresa. As receitas oriundas das vendas feitas através de cartão de crédito são as primeiras a serem bloqueadas, o que é uma prática totalmente condenada pelo tribunal de justiça de SP.

Bloqueio de Conta Corrente é totalmente ilegal – No entanto, esse bloqueio realizado pelo próprio gerente do banco não tem respaldo legal. Primeiramente porque o empresário tem direito à movimentação dos seus próprios recursos sem a ingerência de qualquer pessoa. Além disso, o bloqueio só deveria ser feito sob ordem judicial, ou seja, não pode ser feito por instituições financeiras. Portanto, é evidente que esta “manobra” articulada pelos bancos é abusiva em prejuízo do empresário.

Somem-se tais argumentos ao fato de que a empresa tem uma função social a zelar, dentre elas a geração de empregos. Como pode o banco, a seu livre arbítrio, colocar seus créditos em preferencia quando existem funcionários a pagar? Já presenciamos situações em que empresas ficaram sem dinheiro até mesmo para pagar a folha de pagamento, e como consequência ainda tiveram que apresentar defesa em ações trabalhistas.

Quando a empresa começa a operar usando limites de cheque especial e capital de giro, ela deixa de ter caixa para pagar as contas, pois não vendeu como esperava. Ao mesmo tempo, aumentou o custo de materiais, aluguel, salários e os juros do banco.” Dai surgem acordos e renegociações, as quais irão complicar e comprometer a empresa e os sócios cada vez mais junto ao banco até o momento em que encontra como única saída procurar por agiotas.

Empresas de médio e grande porte entram com pedido de recuperação judicial – Já empresas de médio e grande porte, as quais diferentemente das micro empresas contam com uma assessoria jurídica, se preparam de forma estratégica e entram com o pedido de recuperação judicial. Antes disso porém é feito todo um trabalho de blindagem patrimonial da empresa e dos sócios.

Saiba que independente do tamanho da sua empresa sempre existem estratégias e alternativas para tirá-los das garras dos bancos principalmente, e a solução para esses problemas sai mais barato do que você imagina, basta agir com antecedência e cautela.

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