Assessoria empresarial em sp. Quatro em cada dez brasileiros estão devendo

Quatro em cada dez brasileiros estão devendo

1,545 milhão de pessoas ficaram devedoras em apenas 3 meses

O número assusta, mas já era previsível ao menos para mim que faço a leitura das informações da forma correta. Já fui e continuo sendo chamado de pessimista por muita gente, mas não me importo. Também não sou um visionário, apenas realista e sensato, nada mais.

Já estava desenhado que após a eleições a bomba iria explodir, e explodiu. Promessas eleitorais de austeridade e crescimento econômico foram feitas, mas eu sabia que não passavam de uma grande mentira, e sinceramente, independente de quem fosse o vencedor dessas eleições o cenário atual não seria diferente, já que o problema começou a ser desenhado a doze anos atrás, é fato.

O problema começou quando inventaram o empréstimo consignado – câncer financeiro, onde aposentados, pensionistas e trabalhadores com carteira assinada tinham acesso ao “crédito barato”, taxas de juros máxima de 2,50% ao mês, com desconto direto em folha de pagamento. Na época, a oitava maravilha do mundo, e hoje deixando o devedor sem salário.
Na sequência vieram incentivos com reduções de IPI para produtos da linha branca.

Depois as facilidades para financiar veículos com a extensão dos prazos de financiamento para até 72 meses, e olha que chegaram a oferecer juros de apenas 0,5% ao mês.

Numa grande jogada financeira(políticos e construtoras) inventaram a arapuca que foi o projeto “Minha Casa Minha Vida”, com a promessa de financiar imóvel com juros subsidiados pelo governo federal, concentrando assim os financiamentos para a Caixa Econômica Federal – banco esse que é o maior infrator do Código de Defesa do Consumidor. Faço essa afirmação porque para conseguir “juros menores” o consumidor é obrigado a contratar vários serviços recheados de taxas e tarifas, e com isso, os supostos juros menores, serão compensados pela cobrança dessas taxas e tarifas, tudo isso amarrado em contratos leoninos. Com o “BOOM” imobiliário, além do super lucro que foi para os cofres públicos através da CEF,  vieram os aluguéis comerciais surreais, acharcando os empresários.

Pois é, a farra acabou, o dinheiro sumiu, o brasileiro está mais endividado do que nunca, a inflação está de volta, os juros são os maiores dos últimos anos, o desemprego estourou, montadoras de veículos, construtoras e o comércio em geral estão fechando suas portas, nunca se viu tantos pontos comerciais com placas de aluga-se e passe-se o ponto à décadas; mas curiosamente os bancos continuam a divulgar seus resultados de lucros ainda maiores que o ano anterior. Porque será? Eu sei, pura especulação. E quem ganha com isso? Os bancos e o governo federal, mais ninguém.

Enquanto a taxa Selic está em 13,25% ao ano, tem cartão de crédito cobrando mais de 19% ao mês de juros. Amigo, isso representa mais de 1.000% ao ano. Sabe o que isso quer dizer? Significa que se você entrar no crédito rotativo, dificilmente conseguirá sair. O mesmo ocorre no cheque especial cujas as taxas já passam de 300% ano. E por favor Banco Central, divulguem as taxas média corretas, chega de mentiras. E diante de todo esse cenário, esse é o momento ideal em que bancos retomam imóveis, deixando famílias inteiras sem moradia, busca e apreensão de veículos, ação de cobrança de dívidas de cartão de crédito, cheque especial, dentro outras.

Segundo dados da Folha de SP e da Serasa Experian, praticamente quatro em cada dez brasileiros estão inadimplentes no país. São 55,6 milhões de consumidores adultos impedidos de obter crédito, segundo levantamento da Serasa Experian de 31 março deste ano. Somadas, as dívidas chegam a R$ 235 bilhões. O perfil do endividamento revela que cada inadimplente tem em média 4 dívidas e o valor médio de endividamento de cada pessoa é de R$ 4.223,17, e 28,27% dos devedores tem até 35 anos de idade, ou seja; o brasileiro está se endividando cada vez mais cedo.

Agora, um detalhe muito importante. Diante de todo esse cenário de desemprego, de nome negativado entre em cena a exclusão social. Sim a exclusão social de quem está com o nome sujo na praça. A maioria das empresas hoje não contratam se o nome estiver negativado, e aí como fica? Olha só o problema que criaram, e a conta com juros extorsivos vai sobrar para quem ?

Como reduzir minha dívida em até 90%?

Contamos com uma equipe de peritos em contratos bancários, os quais conseguem detectar e demonstrar as abusividades dos bancos de foma muito clara e objetiva. Devidamente notificado da irregularidade o banco sabe que o consumidor está bem amparado e municiado para negociar a dívida de igual para igual, não restando opções senão baixar a guardar e ser flexível nas negociações. Nossa Assessoria atua nessa área a mais de 15 anos e conhece muito bem o caminho das pedras e as soluções para reduzir os juros abusivos cobrados ao longo dos anos, e sem a necessidade ir ao judiciário, o que é muito caro e perigosos. A propósito, tome cuidado com assessorias que estão vendendo ação revisional de juros por aí prometendo soluções mágicas, não cai nessa. demonstrar que estamos sendo explorados pelos bancos é muito fácil, ao menos para que entendem do assunto.

Reza ainda em nossa Constituição Federal em seu artigo 173: § 4º – A lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros. E ainda: “Art. 192. O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade…..”.Nossa Constituição está recheada de artigos que nos garantem muitos direitos, a questão é saber quais e quando invoca-los contra os abusos cometidos pelos sistema bancário nas cobranças de juros sobre juros.

O brasileiro finalmente caiu na real e percebeu que não adianta ficar esperando por mudanças políticas, é preciso agir para salvar seu patrimônio, seu nome, sua dignidade. Existem meios legais para isso, basta saber utilizá-los.

Como resolver esse problema?

A Marcelo Segredo Assessoria atua a mais de 15 anos no mercado, e somos especializados em contratos bancários e na redução de juros abusivos­. Agende uma consulta com nossa equipe de peritos financeiros, e verifique se realmente tem algo errado em seu contrato e conheça as soluções práticas e seguras que temos a oferecer, sem a necessidade de ações judicias.

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